Ksar - A Muralha Intemporal

Ksar - A muralha Intemporal

Portugal é um país em que a diversidade das culturas agrícolas está bem marcada ao longo da sua longitude.

Sem dúvida que dos vários setores agrícolas, as pomóideas continuam a ocupar um lugar de destaque na nossa economia, tanto em termos de consumo interno como de exportação.

Casos de sucesso como a DOP Pera Rocha do Oeste (as exportações chegaram aos 90 milhões de euros em 2019) e da IGP Maçã de Alcobaça (média anual de 40 milhões de euros), fazem com que seja das frutas frescas mais exportadas a nível nacional.

A estenfiliose (Stemphylium vesicarium) é, ao dia de hoje, a principal doença na cultura da pereira rocha, tendo nos últimos anos provocado elevadas quebras de produção. Para além das quebras de produção registadas antes da colheita, temos também os estragos que só serão visíveis no pós-colheita.

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Em relação à cultura da macieira, o pedrado (Venturia pyrina) continua a ser a doença chave a nível nacional. O controlo desta doença desde o início do ciclo cultural, reveste-se de extrema importância, pois só desta forma podemos evitar uma alta pressão, assim como as perdas que a mesma pode originar, tanto na quantidade, como na qualidade da maçã comercializável. Continua a ser a doença mais importante nas macieiras a nível mundial.

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A pressão das doenças referidas acima, dependem sobretudo das condições climáticase das práticas culturais de cada fruticultor, desde a destruição do possível inóculo da campanha anterior (lenha de poda, frutos e folhas no chão), bem como a correta gestão da flora infestante e gestão da rega (no que são os níveis de humidade do pomar) até à correta prática fitossanitária, passando não só pela correta escolha da solução agroquímica, mas também pela correta manutenção e calibração das máquinas de pulverização.

Obviamente que os fatores atrás mencionados, podem ser todos controlados pela ação humana.

O mesmo não se pode fazer com as condições climáticas, este sim, o fator mais preponderante para o desafio que é controlarmos corretamente a pressão destas importantes doenças nos nossos pomares.

Conforme informação disponibilizada pelo IPMA (Instituto Português do Mar e da Atmosfera), o mês de fevereiro classificou-se como extremamente quente e seco, já o mês de março, quente em relação à temperatura do ar e normal em termos de precipitação e o mês de abril com temperaturas amenas e precipitação frequente, o que tem contribuído para aumentar a pressão de estenfiliose e pedrado nos pomares, tanto na região Oeste, como na Beira Interior e Trás-os-Montes. Esta campanha, avizinha-se, a final de abril como um grande desafio, dada a instabilidade climática e a necessidade de renovação de tratamentos nos pomares com intervalos de tempo muito curtos. O oídio, doença também importante nas macieiras, começa a ter reunidas as condições para se poder manifestar quando se verificar o aumento da temperatura máxima diária, contudo, na generalidade dos casos, os tratamentos efetuados para pedrado conseguem controlar esta doença eficazmente.

Para auxiliar os nossos fruticultores, a ASCENZA reforça o seu portfolio para fruticultura com o Ksar®, um fungicida com formulação WG (grânulos dispersíveis em água) com 50% de cresoxime-metilo e um modo de ação preventivo, curativo e anti-esporulante.Esta é uma solução de grande importância para a ASCENZA, principalmente pela complementaridade que traz ao portfolio de fungicidas, assegurando a possibilidade de alternância de substâncias ativas com distintos modos de ação na planta e no fungo.

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Devemos ter sempre presente que a chave para garantir o sucesso do controlo destas doenças, reside em 3 aspetos fundamentais:

  • A alternância de substâncias ativas com diferentes classificações FRAC (Comité de Ação para Resistência a Fungicidas), ou seja, o conhecimento dos MoA (Modo de Ação) de cada fungicida, é fundamental para tomarmos a decisão correta na gestão da alternância, sequência e/ou mistura de substâncias ativas;
  • Garantir a qualidade da pulverização. No que diz respeito à calda, respeitar as doses por hectare, corrigir o pH da água e adicionar adjuvantes (molhantes ou aderentes), se necessário. Quanto ao equipamento de pulverização, adequar a pressão de trabalho (na medida em que esta se encontra intimamente ligada ao fracionamento da gota e por consequência aos fenómenos de deriva ou escorrimento que podem ocorrer), bem como o débito de água em função do estado fenológico;
  • O posicionamento técnico do produto deve ser feito de acordo com as recomendações do rótulo. Deveremos respeitar o posicionamento fenológico, e sempre que possível, realizar o tratamento de forma preventiva face ao aparecimento das doenças (Ex.: antes da ocorrência de precipitação quando existem condições fenológicas e climáticas para o desenvolvimento da doença)

Tanto em pereiras como em macieiras, recomendamos que o Ksar® seja aplicado depois de fruto vingado, onde a sua capacidade translaminar e distribuição de vapor, permite chegar a zonas da planta de difícil acesso pela pulverização, devido à quantidade de área foliar já existente no pomar. Temos de realçar ainda o seu efeito “greening”, que contribui para um aumento da atividade fotossintética, potenciando o crescimento dos frutos (aumento de rendimento) assim como a síntese de açúcares (aumento de qualidade), fatores que hoje em dia são determinantes para assegurar uma boa valorização comercial.

Com esta nova solução, a equipa ASCENZA, desde o seu complexo industrial em Setúbal, até aos colegas que no terreno acompanham os agricultores, fortalece o caminho que vem percorrendo ano após ano com foco na sua missão: contribuir para alimentar o planeta de forma saudável, promovendo soluções seguras, que permitam uma agricultura sustentável e equilibrada.

ASCENZA, a cultivar o seu futuro.

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