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Trinco

Trinco
TipoHerbicidas
ComposiçãoClortolurão 35.3% (=400 g/l), Diflufenicão 2.2% (=25 g/l)
Família QuímicaUreia + nicotinanilidas
Tipo de FormulaçãoSuspensão concentrada (SC)
Tipo de FormulaçãoSuspensão concentrada (SC)
Número de registoAV 1259
Embalagem
5 l
Ficha técnica60K59.72K
Ficha de Dados de Segurança747K747.29K
Ficha técnica60K59.72K
Ficha de Dados de Segurança747K747.29K

Informação Toxicológica

Atenção

Harmful GSH PictogramHealth Hazard GSH PictogramEnvironmental Hazard GSH Pictogram
Para mais informações consulte a Ficha de Dados de Segurança.
Em caso de intoxicação contacte o Centro de Informação Antivenenos (CIAV), telefone nº 800 250 250.

Descrição do Produto

Resumo

TRINCO é um herbicida de contacto e sistémico com alguma ação residual, seletivo para a cultura dos cereais, formulado com base em clortolurão e diflufenicão. Estes pertencem às famílias químicas da ureia e piridinocarboxamida. Tem absorção radicular e foliar. Translocação limitada através do simplasto e do apoplasto. Inibe a fotossíntese ao nível do fotosistema II (inibindo a atividade da proteína D1) e a biossíntese dos carotenóides (inibindo a atividade da enzima fitoeno desaturase, PDS).

Características principais

  • TRINCO é um herbicida com tripla ação: contacto, sistémico e anti-germinativo ou residual.
  • O produto é absorvido pelas folhas e pelas raízes das infestantes.
  • TRINCO é seletivo para a cultura da cevada e do trigo e é indicado para o controlo de infestantes anuais em pré e/ou pós-emergência.

Observações

  • A aplicação de TRINCO em pré-emergência deve ser feita nas seguintes condições:
    • Solo bem preparado, liso, sem torrões e com humidade;
    • Não mobilizar o solo após a aplicação do produto;
    • Não tratar os cereais na altura da emergência (entre o estado de coleóptilo e 1-2 folhas).

Informações Complementares

  • Durante a aplicação não atingir terrenos ou culturas vizinhas.
  • Volume de calda a utilizar: 200 a 400 L/ha.
  • Para mais informações consulte a Ficha de Dados de Segurança do produto.
  • Os produtos fitofarmacêuticos (PFF) homologados em Portugal podem ser utilizados em proteção integrada (PI), não existindo uma lista de PFF's recomendados especificamente para esse efeito. A escolha do PFF deve ter, obrigatoriamente, em consideração a aplicação dos princípios gerais da PI e as normas definidas para a cultura.

Marca comercial

ASCENZA

Sobre a aplicação

Modo de Aplicação

Calibrar corretamente o equipamento, calculando o volume de calda gasto por ha, de acordo com o débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho, com especial cuidado na uniformidade da distribuição de calda. A quantidade de produto e o volume de calda deve ser adequado à área de aplicação, respeitando as doses indicadas. Para diminuir o risco de arrastamento evitar pressões superiores a 2 kg/cm2 e/ou usar bicos anti arrastamento. Aplicar em condições de pouco vento.
Volume de calda a utilizar: 200 a 400 L/ha.

Modo de preparação

Na preparação da calda deitar metade do volume de água adequado para a pulverização prevista. Agitar bem o produto na embalagem, até ficar homogéneo. Juntar a quantidade de produto necessário e completar o volume de água pretendido, assegurando agitação continua.

Precauções biológicas

A aplicação de TRINCO em pré-emergência tem de ser feita nas seguintes condições:

  • solo bem preparado, liso sem torrões e com humidade;
  • não mobilizar o solo após a aplicação do produto;
  • não tratar os cereais na altura da emergência (entre o estado de coleóptilo e 1 a 2 folhas).

Algumas variedades de cevada e trigo podem apresentar alguma sensibilidade ao TRINCO, em caso de dúvidas contactar os nossos Serviços Técnicos.

Infestantes susceptíveis

Morrião (Anagalis arvensis), margação (Anthemis arvensis), cardos (cardus spp.), pampilho-das-searas (Chrysanthemum segetum), alfaces (Lactuca spp.), erva-febra (Lolium rigidum), papoila-das-searas (Papaver rhoeas), sempre-noiva (Polygonum aviculare), saramago (Raphanus raphanistrum), labaça-crespa (Rumex crispus), nariz-de-zorra (Silene gallica), serralha-macia (Sonchus oleraceus).

Infestantes resistentes

Agulha-de-pastor (Scandix pecten veneris), corriola (Convolvulus arvenis) e fumarias (Fumaria spp.).

Aplicações por cultura

Cevada

ProblemaInfestantes
Dose2.3-3.5L/ha
ObservaçõesPós-emergência A aplicação em pós-emergência deve ser feita com o cereal desde as 3 folhas até ao meio do afilhamento, as infestantes dicotiledóneas não devem ter mais de 2-4 folhas e as gramíneas no início do afilhamento.

Trigo Duro

ProblemaInfestantes
Dose1.7-2.5L/ha
ObservaçõesPré-emergência Aplicar em pré-emergência da cultura.

Trigo Mole

ProblemaInfestantes
Dose2.3-3.5L/ha
ObservaçõesPré ou Pós-emergência A aplicação em pós-emergência deve ser feita com o cereal desde as 3 folhas até ao meio do afilhamento, as infestantes dicotiledóneas não devem ter mais de 2-4 folhas e as gramíneas no início do afilhamento.

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